34 respostas em “Na Cabeceira

  1. Oi Gabriela,lhe acompanho na tv e não sabia desse blog,adoro ler e muitas vezes fico perdido a procura de um livro interessante,agora te seguindo vai ser mais fácil.Parabéns e muito sucesso sempre pra vc.Abraço!Mario/SP

  2. Oi. =)
    Finalmente descobri seu nome. A Record News quase nunca põe a legenda com o nome da repórter, não sei por qual motivo. Mas, hoje, ela colocou. Vim correndo pra cá, tentar descobrir um pouquinho mais dessa mocinha tão bela, de um sorrisinho tímido e um olhar tão doce e até um pouquinho inocente.
    Mas não é sempre que você sorri, não. É raro. Geralmente, fica só no sorrisinho sem os dentes e eu acho tããão fofo haha. E também acho engraçadinho quando você faz uma cara após as reportagens tipo “tragédias”, logo após voltar o rosto daquela telinha que você assiste quando não está falando às câmeras.
    Não sei porque eu senti essa atração por você. Juro que não é pelo fato de você ser jornalista, apresentadora e, agora descubro felizmente, amante de livros. É algo no seu olhar, no seu sorriso, que me dá vontade de querer te abraçar.
    Mas enfim.
    Fique tranqüila, pois não sou um stalker nem vou ficar te atormentando com mensagens. Devem haver milhares de outros rapazes como eu que sentem a mesma coisa por aí.

    Atualmente, estou lendo “Thus Spake Zarathustra”, de Nietzsche. Sempre o tentei ler, desde a adolescência, mas nada entendia. Agora, começa a fazer sentido.
    Também, “A New Earth”, de Eckart Tolle, e eu te recomendo a leitura.
    E, finalmente terminado após inúmeras postergações, “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann. Eu tenho adquirido o gosto pela leitura muito tardiamente. Tenho 25 anos, e comecei a ler de verdade aos 23. Foi tããão difícil ler “A Montanha Mágica”. Tinha que parar o tempo todo para ver no dicionário o significado das palavras ou até backgrounds históricos, figuras históricas, etc. É um livro que terei de ler novamente, pois seu nível de intelectualidade está além do meu.
    Se não o leu, o que eu duvido, recomendo fortemente.

    Lerei as suas indicações. =) Assim, talvez, eu me sinta, ao menos, um pouquinho mais perto de ti.

    Se cuida e sucesso. Tá lindona na RecordNews.

    André

    • Olá, André!
      Espero que goste dos livros que está lendo! A melhor parte de ler autores como Thomas Mann é que nosso repertório literário aumenta muito, já que ele é referência de tantíssimos outros autores que vieram depois.

      Abs,
      Gabriela

  3. Olá Gabriela, tudo bem?
    Adorei o blog! Realmente estava precisando de dicas de algo interessante, util.. enfim, um norte para minha literatura. Estarei lhe acompanhando por aqui.
    Forte abraço e sucesso pra você menina! Willian, SC.

  4. Olá Gabi,

    Acompanho diariamente o Jornal da Cultura e, como muitos, fiquei caído pelo seu sorriso, o que me impulsionou a procurar saber mais sobre você, tomando então conhecimento deste espaço. Parabéns pela iniciativa!
    Gostaria de saber se você já leu alguma coisa do Noah Gordon. Estou prestes a começar “O último Judeu” mas nunca li nada dele e gostaria de sua opinião, caso já tenha tomado contato com alguma obra do mesmo.

    Abraço e mais uma vez parabéns!

    Gustavo Zorzella Vaz – Bauru-SP

  5. Olá Gabi,
    Terminei a leitura de “O último judeu” do Noah Gordon. O mote do livro é a expulsão dos judeus da Espanha em 1492 e todo o clima de terror instalado pela Inquisição Espanhola. Gostei, principalmente do ponto de vista histórico, pois o trabalho de pesquisa é primoroso. Mas, como você havia advertido quanto ao “Xamã” – outro livro dele – a leitura por vezes se torna cansativa pois o autor se perde em descrições excessivas de lugares e fatos pouco importantes, deixando de lado a exploração de aspectos psicológicos do protagonista ( que tem grande potencial para isso). O número de personagens também, às vezes, se mostra, sobejo. Mas no geral, gostei, principalmente pela reconstrução fiel do ambiente e pela trama também que é muito boa. Essas foram minhas impressões.
    Um abraço.
    Gustavo Zorzella Vaz – Bauru-SP

  6. Gabriela,
    Li sobre a iniciativa do Restaurant Book no blog. Sou membro da Academia Bauruense de Letras e compartilhei o link com colegas que logo se animaram, mas não sabemos por onde começar. Você poderia me fornecer detalhes de como a campanha em São Paulo foi organizada? Agradeço imensamente!
    Abraços.
    Gustavo Zorzella Vaz – Bauru-SP

    • Olá, Gustavo!!
      Talvez você pudesse checar com os próprios restaurantes. Não sei como eles se organizaram, mas a ideia é montar uma parceria com alguma instituição idônea que possa receber as obras coletadas.
      Tomara que a ideia renda frutos por aí também.

      Abs,
      Gabriela

  7. Muitos livros interessantes. Li apenas alguns deles. Deixo uma dica: “O homem que amava os cachorros”, do cubano Leonardo Padura. Um romance histórico, sensível e crítico, sobre o apagar da utopia comunista através de três histórias que se cruzam, Leon Trotsky, Ramón Mercader e Ivan Cárdenas, da URSS à Cuba, da França ao México. Uma ode à memória.
    Parabéns pelo site e pelo trabalho jornalístico.

  8. KKKKK….noooossa, Gabriela, e eu que achei que lia muitos livros ao mesmo tempo…..kkkk….
    É sério que tudo isso aí em cima faz parte da sua atual cabeceira?! Eu andava inclusive pensando “quando eu ler algum livro realmente bom, indicarei à Gabriela”…kkk….. agora acho melhor deixar essa ideia pra lá…kkk
    ;-)
    Hélio

    • hahaha Hélio, eu bem que gostaria de ler tantos títulos assim ao mesmo tempo. No “Na Cabeceira”, vou colocando as obras que leio, conforme novos livros entram e saem da minha cabeceira física.
      Fique à vontade para indicar algum livro que goste, quando quiser =)

  9. Olá Gabriela!

    Te acompanho pelo Jornal da Cultura e adorei te encontrar num blog sobre Literatura. Sou amante de livros desde que aprendi a ler, e infelizmente é raro encontrar pessoas que têm interesse real pela leitura. Gostaria muito que houvesse um Clube de Leitura “à la Clube de Leitura de Jane Austen” na minha cidade no interior de SP, pois nada melhor do que conversar ‘pessoalmente’ com outros leitores, sobre nossas ideias acerca de obras que lemos e que estamos lendo. Na falta disso, viva os blogs!rs.
    Essa semana eu terminei de ler Passeio ao Farol da Virginia Woolf, e deixo como dica ai para os leitores do seu blog e pra você também, se por acaso não leu nada dela ainda. O modo como ela escreve, não apenas narrando fatos, mas descrevendo as angústias e pequenas alegrias de suas personagens consigo mesmas é o que me cativou na Virginia.
    Parabéns pelo blog!

  10. Olá Gabriela!
    Adorei o blog e ainda mais te encontrar aqui. Só descobri o blog por acaso esta semana, mas te acompanho todos os dias no Jornal da Cultura. Já te admirava muito, mas descobrir que você gosta de literatura (e conhece muito do assunto) me deixa ainda mais feliz.
    Parabéns pelo trabalho, gosto muito do jornal, em especial do seu jeito cativante, sempre doce e serena, mas séria e precisa! Não posso deixar de dizer que sua beleza é encantadora: seus olhos e sorriso são únicos. Você me passa a sensação de ser uma pessoa super legal, espontânea e meiga.
    Sobre a dica de leitura desta semana, achei muito divertida a matéria Abrapracabra. Ótima dica para a família, e os adultos precisam voltar a ser criança de vez em quando.
    Vivo no interior de SP e tomei gosto pela leitura aos 11 anos, com uma caixa abandonada cheia de gibis. Dentre as várias revistas amareladas, uma em especial coleciono assiduamente até hoje. Passei para os livros e nunca mais deixei de ler. Hoje ainda sou fascinado por épicos, aventuras e dramas, mas tento ler um pouco de tudo.
    Dos livros que já li, um dos meus preferidos, apesar de ter lido há uns dez anos, é O Homem que ouve cavalos, de Mounty Roberts. Não se trata apenas de um treinador, seu dom e sua técnica com os animais, mas um depoimento de vida e superação, uma lição de paciência, respeito e compreensão que se estende às pessoas. Pode ser uma dica para alguém que ainda não leu.
    Vou começar a ler O Velho e o mar. É um clássico, mas ainda não li.
    Prometo que voltarei aqui e acompanharei suas dicas e matérias no blog.
    Parabéns mais uma vez pela simpatia e continue sempre assim, e não mude de canal, as joias raras devem ser bem guardadas…rsrs Feliz Natal para você e sua família e um 2016 repleto de sucesso!!!!! Abraço!
    Ps: para você que gosta de aspas
    “Não é o quanto fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos. Não é o quanto damos, mas quanto amor colocamos em dar.” Madre Teresa de Calcutá

  11. Olá Gabriela, obrigado pela atenção ao responder minha mensagem.
    Mal pisei em terra firme após O Velho e o Mar e embarquei em outra viagem: No Mar.
    Deu para sentir o balanço do barco! Mas eu não enjoei…rsrsrs. Capturou minha atenção, tanto que comecei e terminei no último fim de semana.
    Dizem que no oceano a calmaria precede a tempestade. “Aprendi que o mar é previsível.Ainda mais previsível que a terra firme…” diz Donald. Quando tudo parece perfeito e sob controle, de repente seu modo metódico de administrar a rotina não funciona mais. O pai-capitão conseguiu me irritar em algum momento, mas seus questionamentos são interessantes, sobre a paternidade, seu emprego e seus medos. Reserva ainda algumas surpresinhas para o final, só lendo mesmo para conhecer o balanço do veleiro Ishmael. Enfim, adorei a viagem.
    Sobre O Velho e o mar, adorei o exemplo de amizade entre o menino e o velho Santiago, e de que devemos sempre ser fiéis a nossa verdadeira essência.
    Mas agora me diga a verdade: vc está lendo todos aqueles livros da cabeceira ao mesmo tempo? Brincadeira….rsrs
    Grande abraço, até breve

    • Oi, Valter! Queria eu ler tantos ao mesmo tempo… haha
      Fico feliz que tenha gostado de embarcar na viagem de “No Mar”. O pai também me irrita em muitos momentos.
      Depois compartilhe seus próximos embarques aqui.
      Abraço,

  12. Olá, Gabriela! Como vai? Atendendo seu pedido estou de volta para compartilhar novos “embarques”. Antes disso, preciso revelar uma investigação recente que fiz, a qual creio que você vai gostar de saber: visitei em Paris o número 7 da Rue de Grenelle. Sim, você conhece o endereço. Conheci duas agentes literalmente ESPECIAIS infiltradas nas linhas inimigas. Sabe qual foi o resultado? Simplesmente paixão a primeira leitura! Ri muito com as tiradas, as cenas impagáveis e o senso de humor, principalmente da concierge; um retrato fiel da realidade hipócrita da sociedade. Gostei bastante também das partes sérias e reflexivas. Sem dúvida lerei novamente “A elegância do ouriço” logo, logo.
    Vamos às novidades: estou começando “Os últimos dias de nossos pais”, o primeiro livro de Jöel Dicker – “A verdade sobre o caso Harry Quebert”, que foi o segundo dele, eu não li. O que você achou? A trama de “Os últimos dias” se passa durante a Segunda Guerra, quando Churchill cria o SOE (Special Operations Executive) o qual recrutava e treinava civis para agirem secretamente nos países invadidos pelo Eixo. Um jovem francês, Paul-Émile viaja para Londres onde recebe treinamento do SOE para retornar a Paris e se juntar à Resistência francesa.
    “Onde nascem os ventos”, é a próxima parada: as remotas e gélidas ilhas Aleutas. Em 1943 John Easley, jornalista canadense, após perder seu irmão na guerra na Europa, decide ir ao Alasca para trazer luz à invasão japonesa nas ilhas Aleutas. O caso está sendo abafado, porque a imprensa está sendo fortemente censurada pelos militares do Tio-Sam. A mulher de John, sem notícias do marido a meses, decide ir procurá-lo.
    Volto o mais breve possível com mais informações, se eu sobreviver…hahaha
    Até mais querida apresentadora, abraço!

    • Oi, Valter! Que bacana, quantas leituras!
      A Elegância do Ouriço é, sem dúvida, imperdível. Está na minha lista de favoritos e é um dos primeiros no meu rol de recomendações. Quando alguém me pede uma indicação ou uma dica pra dar de presente, com frequência sugiro esse livro.
      Quanto ao A Verdade sobre o Caso Harry Quebert, pra falar a verdade, não gostei muito, não. Muito cheio de clichês!
      Onde Nascem os Ventos nunca li, mas sua descrição deixou-o interessante. Depois conte o que achou.
      Abraço!

      • Olá! Obrigado pelo elogio.
        Então ficou curiosa? Não pretendia tanto, afinal sou só um simples leitor, você é a perita no assunto: resenhas excelentes e sempre deixa dicas valiosas. Achei bom Onde Nascem os Ventos, como todo drama de guerra deixa um gosto amargo, mas fica uma mensagem de amor, esperança e de força da mulher. Vale a pena conferir se tiver oportunidade. Quanto ao Últimos dias de Nossos pais, cá entre nós, esperava bem mais dele. E as suas leituras como vão?
        Abraço!

      • Oi, Valter! Bacana, obrigada pela dica.
        Comecei há pouco O Sumiço, de Georges Perec. É um livro meio doido, mas estou gostando bastante. O autor se propôs a escrever um livro todo sem usar a letra E, a vogal mais recorrente na língua francesa. Dá pra imaginar? Estou gostando!
        abraço,

  13. Que legal!
    Puxa, um livro inteiro sem a letra E! Difícil de imaginar, mas original não acha? E a trabalhão que o tradutor teve também, já pensou? Quando acabar pode me contar o que achou? Comecei a ler Número Zero, de Umberto Eco, já leu? Estou gostando muito da trama, tanto que estou ansioso pelo final.
    Abs!

  14. Então terá 27 ou 28 quando for campeão? hahah
    Leio muito pouco e admiro quem le bastante.
    Estou lendo devagariiinho o Henderson, indicação sua no telejornal,
    estou adorando e fiquei surpreso ao saber que o elegancia do ouriço é livro,
    o filme é ótimo e talvez eu leia o livro.
    Sou seu fã.

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